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Cultivo e conserva de Pimentas.
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CÓDIGO. |
APOSTILAS via e-mail 
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PÁGINAS |
ARQUIVO PDF |
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2004 |
Apicultura (abelha e mel) |
118 |
2,5Mb |
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2006 |
Aves domésticas |
230 |
3,1Mb |
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2007 |
Avestruz |
150 |
7,0Mb |
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2009 |
Codornas |
30 |
0,7Mb |
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2010 |
Compostagem |
24 |
0,6Mb |
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2011 |
Contabilidade de Custos |
115 |
1,4Mb |
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2012 |
Contabilidade Geral |
44 |
0,2Mb |
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2014 |
Churrasco |
35 |
1,3Mb |
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2033 |
Fabricação de Licores |
60 |
0,6Mb |
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2034 |
Fabricação de ovos de Páscoa e Bombons |
102 |
2,2Mb |
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2035 |
Fabricação de Queijos |
130 |
1,2Mb |
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2036 |
Fabricação produtos de limpeza |
81 |
0,8Mb |
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2038 |
Fogão a Lenha (projetos) |
22 |
1,1Mb |
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2040 |
Hidroponia (técnicas) |
70 |
2,5Mb |
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2041 |
Horta orgânica |
57 |
3,5Mb |
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2042 |
Incubadora (projetos) |
25 |
0,9Mb |
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2043 |
Informática básica |
90 |
2,1Mb |
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2044 |
Internet básica |
38 |
0,3Mb |
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2058 |
Pavão e Faisão |
63 |
2,2Mb |
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2059 |
Pedras preciosas e joalheria |
60 |
3,7Mb |
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2068 |
Ranicultura (rãs) |
17 |
0,4Mb |
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2069 |
Receitas da Vovó Julita |
90 |
0,4Mb |
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2070 |
Receitas de doces e Compotas |
67 |
0,5Mb |
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2071 |
Receitas de drinks e bebidinhas |
62 |
0,4Mb |
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2072 |
Receitas de Sanduiches e Sucos |
43 |
1,0Mb |
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2073 |
Receitas Dietéticas |
64 |
0,2Mb |
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2074 |
Receitas variadas |
189 |
1,5Mb |
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2076 |
Sabonetes Artesanais |
62 |
0,8Mb |
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2082 |
Viticultura (Uvas) |
84 |
3,4Mb |
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Ranicultura
Degustar a carne de rã é um hábito tão saudável quanto antigo. Já era citado por
Heródoto em seus escritos como fina iguaria que os gregos serviam aos comensais
em comemorações da mais distinta e elevada sociedade. Consta que na China a rã é
considerada como alimento a mais de quarenta séculos.
Nas migrações européias do século XIX, italianos, franceses, alemães, suíços,
belgas e outros povos difundiram o hábito do consumo da carne de rã como
alimento nos Estados Unidos, Canadá, Venezuela, Chile e Argentina. No Brasil o
costume de comer carne de rã não se deve exclusivamente ao imigrante europeu, de
vez que nossos índios já utilizavam os anfíbios em sua alimentação.
Ao contrário de outros países que praticam a caça ou cultivo extensivo, o
Brasil, por sua vez, procurou desenvolver a tecnologia de criação em cativeiro,
primeiramente através dos esforços isolados de criadores independentes, mais
tarde com a efetiva participação de Instituições de Pesquisas, como
Universidades e outros.
A ranicultura no Brasil, teve início na década de 30 com a introdução em 1935 da
rã-touro (bullfrog), Rana catesbeiana, por Tom Cyrill Harrison técnico canadense
em ranicultura. É citado como primeiro registro histórico a implantação do
Ranário Aurora, no Estado do Rio de Janeiro, que consistia de uma área cercada
com chapas de zinco, rica em vegetação e com água abundante.
Na década de 70, novos modelos de ranários foram propostos. Baseado na
experiência de criadores, surgiu o modelo chamado Tanque-ilha, escavado no solo
e contendo no centro da escavação uma ilha onde se colocavam carcaças ou outros
restos que atraiam insetos para a alimentação dos animais.
A tecnologia de criação de rã teve seu maior avanço a partir da década de 80,
quando pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia propuseram as baias
de recria denominada de “Confinamento” forçando o abandono do Tanque-ilha, tipo
de instalação até então utilizada. Esse tipo de ranário era constituído por
compartimentos com formato retangular, cercados por placas pré-moldadas de
argamassa armada e cobertos com telhas de fibrocimento e telas de náilon, piso
em cimento e, piscina que ocupa cerca de 25% da área da baia.
A partir daí, outras propostas de instalações para ranário surgiram, resultando
em melhorias consideráveis nos índices zootécnicos na fase de recria. Entre
essas destaca-se: o “Sistema Anfigranja”.
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